sexta-feira, 28 de agosto de 2015

No AC, árvore chama a atenção por folhas mudarem de cor durante seca

Pesquisador diz que fenômeno é comum em período seco. 'Ela continua majestosa e linda', diz jornalista que fotografou mudança.

Árvore em períodos diferentes foi registrada pela jornalista Val Sales (Foto: Val Sales/Arquivo pessoal )

Verde, marrom e roxa. As diferentes colorações nas folhas de uma árvore em uma chácara na estrada de Porto Acre, a 78 quilômetros de Rio Branco, chamou a atenção da jornalista Val Sales, que tirou fotos da planta em diferentes períodos do ano para mostrar a mutação da árvore. Apesar de chamar a atenção, o botânico e pesquisador do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Evandro Ferreira, diz que esse fenômeno é comum.
A árvore fica na chácara da irmã da jornalista. Ela conta que sempre visita o local e durante os meses de agosto e setembro passa a ter uma nova coloração em sua folhas. "Ela se transforma. Tem vezes que as folhas ficam bem verdes, depois passa a ficar marrom e até roxa, como no ano passado. Chama a atenção porque ela fica sozinha em meio ao pasto e então fica muito diferente. Quando está marrom, a  gente pensa que a árvore está morta, mas as folhas estão brilhantes e bem novas", conta.

Mesmo que o fenômeno impressione leigos, o especialista Ferreira diz que esse processo é comum em plantas quando tentam se proteger da falta de água no solo em períodos secos da região. "Quando começa o período seco, a planta entra em uma espécie de dormência, ela para de funcionar para se proteger da falta de água. Porque a folha é por onde a planta perde água, se não tem água no solo e a folha continua lá, a planta seca e vai morrer porque não tem água para substituir o líquido que está perdendo, então ela solta as folhas", esclarece.
Após liberar essas folhas, o pesquisador explica que a planta pode ficar até um mês sem a folhagem. A partir daí, a árvore aguarda o melhor período para começar a produzir novamente as folhas. "Elas aguardam o período de mais água no solo para produzir novas folhas, então são essas novas folhas que podem ser roxas ou marrons. Então, ela vai mudando gradativamente a coloração até voltar a ser verde", diz.

Porém, Ferreira conta que a coloração também pode mudar antes dessas folhas caírem, pois a árvore retira todos os nutrientes  da folhagem antes de jogá-la fora. "Quando a água volta para o solo, ou seja, começa a chover, ela começa a produzir novas folha, que são coloridas porque ainda não fazem a fotossíntese", finaliza. 
Mesmo com a explicação técnica, Val diz que a árvore continua sendo uma das grandes surpresas que consegue encontrar no local tranquilo que escolhe para passar alguns dias. "Nesse tempo tão seco é lindo vê-la majestosa. É a natureza e encanta a gente", destaca.

Destaque G1 Acre

Como lembrar de tudo e ser mais produtivo?




São Paulo – O segredo para manter a vida em ordem está na maneira como você usa sua agenda. Entenda em mais um dos vídeos de carreira com o Alessandro Saade, da Academia da Estratégia. 


'Parece que morri na praia', diz estudante de medicina sem Fies

ovem de SP cursa faculdade nota 4 no Enade, mas ficou sem vaga.  Formação de médicos é uma das prioridades do Fies, segundo o MEC.

Isabella Marinelli, de 19 anos, tentou financiamento pelo Fies para pagar curso de medicina. (Foto: Will Soares/G1)


Voltar a estudar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) parece ser uma das poucas saídas para a recém-aprovada em medicina Isabella Marinelli, de 19 anos. Sem ter conseguido um contrato de financiamento pelo Fundo de Investimento Estudantil (Fies), ela é uma das estudantes que não poderão arcar com os custos mensais de mais de R$ 6 mil.

"Parece que morri na praia. O mais difícil é entrar. Depois de entrar ter o sonho parado assim é complicado. A faculdade parece que vai dar um desconto. Mais da metade da sala precisa do Fies e ele não saiu", comenta a jovem.

Isabela e as colegas ficaram de fora da lista de selecionados para o  Fies do segundo semestre. O programa do governo federal vai beneficiar 61,5 mil alunos.
No primeiro semestre, 178 mil alunos tentaram, sem sucesso, firmar contrato com o Fies, segundo o Ministério da Educação (MEC). O número de candidatos que ficaram de fora nesta segunda edição de 2015 do programa ainda não foi divulgado.
Para Isabela, o esforço virou parte da estatística. Natural de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, ela fez mais de um ano de cursinho e conseguiu passar no vestibular do meio de ano da Universidade Nove de Julho (Uninove) - Campus Vergueiro, no curso de medicina.
Confiante de que conseguiria o Fies, já que escolheu uma das carreiras priorizadas pelo programa, Isabella ficou surpresa quando viu que seu curso, apesar de ter nota 4 no Enade, não estava entre os com possibilidade de financiamento.
"No ano passado, passei no vestibular da Faculdade de Medicina de Itajubá, em Minas Gerais, mas eu queria São Paulo. Minas é muito longe pra mim. Lá, eu também achava que teria mais dificuldade pra conseguir o Fies. Em São Paulo, achava que era mais garantido. Pensei que não teria problemas, mas não foi o que aconteceu. Meu curso é nota 4 e não teve vagas, outros com avaliação pior tiveram", disse a estudante.
O questionamento quanto à divisão de vagas entre as instituições de ensino também foi compartilhado por outros alunos espalhados pelo país e foi motivo até de uma ação judicial movida pelo Grupo Anima, proprietário dos centros universitários UNA e UNI BH, de Minas Gerais, e São Judas e Unimontes, de São Paulo.
Segundo o Anima, o critério adotado pelo MEC para distribuir as vagas entre as instituições de ensino apresentava "inconsistências e desigualdades", já que cursos com avaliação inferior conseguiram mais postos que outros de qualidade superior nas mesmas cidades. Como exemplo, o grupo comparou o número de vagas disponíveis para um de seus cursos de engenharia, com conceito 4 (em nota que varia de 1 a 5), e o de uma concorrente, que tinha conceito inferior, mas obteve mais vagas.
O MEC explicou que a distribuição de vagas segue um critério de "coeficiente percentual de propocionalidade que considera o histórico de importância de participação no Fies".
Ou seja, as vagas disponíveis foram divididas proporcionalmente conforme a demanda de alunos em edições anteriores do programa: cursos em que mais alunos tentaram o financiamento no passado recebem mais vagas. O esclarecimento foi classificado como "satisfatório" pela Justiça, que autorizou a continuação das etapas do Fies.

Leia-a G1

Foi Demitido? E agora?

Brasil em recessão: fui demitido - e agora?



Vale a pena investir em qualificação? Mudar de área? Onde procuro trabalho? Com a recessão confirmada pelo IBGE, consultores respondem a dúvidas de leitores sobre como se recolocar em um mercado em crise.



Milhares de brasileiros têm feito a pergunta acima nos últimos meses, em função da queda no nível de atividade econômica, confirmada nesta sexta-feira (28) pelo IBGE.
Segundo o instituto, o PIB de abril a junho teve uma contração de 1,9% em relação ao trimestre anterior, que, por sua vez, tinha registrado uma queda de 0,7% – o que nos coloca oficialmente em recessão técnica.
Mas recessão significa muito mais que um número negativo na planilha de economistas – e talvez a forma mais direta com que atinja a vida das pessoas seja mesmo pelo aumento do desemprego.
Segundo a Pnad Contínua, pesquisa sobre emprego do IBGE, a taxa chegou a 8,3% no segundo trimestre deste ano, a maior desde o início da série histórica, em 2012 – na Bahia, o índice superou os 12%.
Desde o início do ano, mais de 350 mil brasileiros perderam seus trabalhos no setor privado, segundo dados do IBGE, que, nesse levantamento, leva em conta apenas os que tem carteira assinada.
O que é pior: hoje, consultorias econômicas preveem pelo menos dois anos de PIB negativo – ou seja, outros milhares ainda podem perder seu ganha-pão nos próximos meses.
Para ajudar na saga de quem está buscando um novo trabalho neste cenário nada animador, a BBC Brasil pediu para que leitores colocassem suas dúvidas sobre o tema em entrevistas e postagens nas redes sociais.
Procuramos gestores de carreira e recrutadores para conseguir as respostas. Confira abaixo:
1. Vale a pena investir em qualificação e idiomas?
Há consenso entre especialistas consultados pela BBC Brasil que aprender inglês é essencial para quem busca uma recolocação no mercado.
"Não ter conhecimento de idiomas pode excluí-lo de um processo seletivo", diz Fábio Cunha, da empresa de recrutamento e seleção Michael Page.
"Se você tiver condições financeiras, talvez essa seja até a oportunidade que precisava para passar um tempo em um país estrangeiro e melhorar o inglês", diz Lucas Nogueira, da Robert Half, empresa especializada na busca de profissionais qualificados.
Sobre os outros cursos de qualificação, os especialistas dizem que é preciso pesar bem custos e benefícios.
Telma Guido, consultora sênior da Right, empresa ligada ao ManpowerGroup, ressalta que eles podem ser uma boa oportunidade para o profissional se atualizar em sua área ou até explorar uma área correlata.
"Mas não é qualquer qualificação que vale a pena, o curso precisa estar bem alinhado com sua carreira. E é preciso tomar cuidado especial com os muito caros, caso dos MBAs, mestrados e etc."
Cunha concorda. "Afinal, um curso pode até fazer a diferença em um ou outro caso específico, mas no geral é apenas mais um entre muitos fatores a serem considerados na competição por vagas", diz.
Para os especialistas, os cursos de mestrado e doutorado, em especial, seriam mais adequados para quem quer uma carreira acadêmica. No mercado, seriam valorizados apenas em ocupações específicas.
Sobre fazer um curso para mudar de área, os especialistas divergem. Para Guido, o profissional tem de considerar que, com a crise, terá de competir com outras pessoas que já têm experiência nessa nova área.
Nogueira acredita que o risco pode valer a pena. "Essa é, afinal, uma oportunidade para você avaliar os rumos de sua carreira. Você pode ir para uma área que lhe deixe mais feliz ou esteja resistindo melhor à recessão."
Para ele, quando o tema é cursos de qualificação, os contatos feitos na sala de aula são tão importantes quanto os conteúdos ministrados.
"O curso pode lhe agregar network (rede de relacionamentos). Você pode conhecer alguém que sabe de um novo projeto em sua área, por exemplo. Se trabalha em vendas e faz um curso de marketing, vai encontrar gente dessa área. Ou se decidiu largar tudo e virar chef de cozinha, é no curso que vai encontrar pessoas no mesmo caminho."
2. E abrir um negócio próprio?
"Não há receita de bolo, mas é preciso cuidado com as propostas de retorno mirabolantes", recomenda Nogueira.
Ele diz que é comum que uma pessoa que trabalhava de 8 a 10 horas por dia sonhando em ter uma pousada no litoral queira pegar o dinheiro recebido na rescisão de seu contrato para seguir esse sonho.
"Até porque a pessoa fica meio desnorteada de não ter de ir para o escritório na segunda de manhã. Mas é preciso muita calma e sangue frio para abrir um negócio. Os riscos precisam ser muito bem avaliados", completa.
Cunha faz uma recomendação semelhante. "O profissional brasileiro tem uma tendência empreendedora - e abrir um negócio com o dinheiro recebido após a demissão vai ser uma tentação para muita gente", diz ele.
"Mas é preciso lembrar que, em um momento de recessão econômica, os riscos desse caminho são ainda maiores. A decisão precisa ser muito bem pensada."
3. Onde procurar trabalho?
O primeiro passo é o que os especialistas definem como "ativar sua rede de relacionamentos", ou seja, contatar antigos chefes e colegas, conhecidos e profissionais de sua área.
O objetivo é detectar onde podem estar surgindo novas oportunidades e se mostrar disponível.
"Não é para apenas disparar e-mails com currículos em anexo. Você precisa trocar informações sobre o setor e também engajar algumas pessoas na sua busca por trabalho. Elas precisam se lembrar de você quando souberem de uma oportunidade", diz Nogueira.
A internet é hoje a grande aliada de quem está atrás de um novo trabalho.
"Além de se cadastrar nos sites das empresas a pessoa deve manter atualizado seu perfil no LinkedIn (rede social de negócios) e conferir as vagas anunciadas ali", recomenda o especialista da Robert Half.
"Os sites de busca de emprego também podem ajudar. E outra dica boa pode ser participar de grupos de discussão temáticos em redes sociais, pois muitas vezes os head hunters (caçadores de talentos) anunciam vagas nesses fóruns."
4. Como manter a disposição e autoestima elevadas?
"Uma receita básica é: mantenha a disciplina. Acorde cedo, coloque uma roupa social. Marque almoços com pessoas da sua área, leia muito, faça algum exercício e mantenha-se ativo", diz Nogueira
"Uma demissão tem de ser encarada como uma oportunidade de você revisar sua carreira e rumos profissionais, não dá para se desesperar - até porque as pessoas estão ficando desempregadas na realidade em função de um problema da economia."
Para Guido, a busca por um emprego deve ser encarada como um trabalho.
"Esse acaba sendo um teste de resiliência. Se você se abate e perde a confiança, pode ir mal em uma entrevista e reduz suas chances de encontrar uma boa oportunidade", diz ela.
Fazer trabalhos temporários em sua área também pode ajudar nessa questão da autoestima, segundo a consultora.
"Mas se o trabalho for um 'bico', fora de sua área é preciso tomar cuidado para que ele não consuma todo seu tempo e energia e tire seu foco da busca de um novo emprego. É preciso que haja um equilíbrio."
5. Como chamar a atenção de recrutadores que avaliam tanta gente qualificada?
Segundo Cunha, um currículo "eficiente" fala de maneira clara e objetiva o que a pessoa fez em cada lugar que trabalhou e por que fez a diferença para a empresa.
"Um currículo não pode ter mais de duas páginas e precisa ser claro e objetivo. Uma dica legal é fazer a divisão por pontos, como em uma apresentação de Power Point", completa Nogueira.
No caso de vagas específicas, é interessante ressaltar experiências e competências que possam ser interessantes para a função anunciada.
E na entrevista, os recrutadores lembram que os candidatos precisam mostrar que estudaram a empresa e têm uma ideia clara de como podem contribuir para potencializar seus resultados.
6. Como explicar uma demissão?
A regra seria transparência. "Não minta. É preciso ser direto e objetivo, mas sem se alongar muito. Não dá para ficar falando mal do emprego anterior ou do chefe", diz Guido.
"Se houve uma reestruturação na empresa, ou a empresa fechou, nem há muito o que explicar. Se o problema foi o desentendimento com gerente ou diretor, fale abertamente: 'Foi uma incompatibilidade de ideias, de estilos ou algo do tipo'", completa Nogueira.
7. E quem está fora do mercado há algum tempo e precisa voltar?
Para Nogueira, os projetos ou trabalhos temporários são uma ótima forma desses profissionais que estão afastados conseguirem voltar ao mercado.
"No caso de uma engenheira civil, por exemplo, pode ser uma obra, uma reforma ou uma parceria com um arquiteto", diz ele.
Guido diz que o afastamento em função de maternidade, caso da leitora Mayara Porfírio, é aceito e compreendido por boa parte das empresas.
Para ela, se tiver pressa de entrar no mercado, a profissional pode 'flexibilizar' sua busca.
"Talvez seja o caso de aceitar posições um pouco mais baixas e depois tentar subir na empresa, ou de procurar ocupações em áreas correlatas", diz ela.
Cunha concorda: "Ela pode tentar entender quais das suas habilidades e competências poderiam fazer a diferença em áreas e setores que estão resistindo melhor à crise."
8. Qual o melhor momento para procurar estágio?
Os programas de estágio e trainee estão resistindo à crise, como relataram empresas de recrutamento em matéria recente publicada pela BBC Brasil.
Segundo Guido e Nogueira, um bom momento para fazer estágio seria no segundo ou terceiro ano. Para a consultora da Right, o primeiro ano seria uma fase de adaptação ao curso, na qual o estudante estaria ganhando maturidade.
Já Cunha acha que se o estudante tiver uma oportunidade e a carga horária do curso permitir, começar logo do primeiro ano pode ser interessante para que ele já possa ter contato com o ambiente corporativo e comece a entender suas preferências em termos de carreira.
"O quanto antes, melhor. Mas é preciso entender que um estágio que você vai conseguir no primeiro ano pode envolver funções mais simples, operacionais. O estudante precisa ajustar suas expectativas", diz.

Fonte:G1

PIB do Brasil cai 1,9% no 2º trimestre e está em recessão

São Paulo - O PIB do Brasil caiu 1,9% no 2º trimestre de 2015 em relação ao 1º trimestre, divulgou nesta manhã o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Economistas esperavam uma queda entre 1,4% e 1,9%. Na média de 18 instituições ouvidas pelo Valor Data, a expectativa era de queda de 1,7% no trimestre e 2% no ano a ano.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 2,6%. Nos 4 últimos trimestres em relação aos 4 anteriores, foi de 1,2%.

No 1º trimestre, a queda do PIB divulgada inicialmente havia sido de -0,2%, agora revisada para -0,7%. Dois trimestres seguidos de queda configuram recessão técnica.

Economistas olham para outros fatores para relativizar este critério, mas os números divulgados hoje não dão esta margem.

Setores

Todos os principais indicadores caíram na comparação com o trimestre anterior com exceção do consumo do governo, com leve alta de 0,7%. O consumo das famílias caiu pela segunda vez seguida (-0,2%). 

Dos setores, a menor queda foi em Serviços (-0,7%) e a maior foi na Indústria (-4,3%), com Agropecuária no meio (-2,7%). Dentro da Indústria, a maior queda foi na construção civil (-8,4%).

Os números também são negativos na Indústria de Transformação, com queda de 3,7%, e na atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-1,5%).

Os setores que tiveram alta na comparação trimestral foram Extrativa Mineral e Atividades Imobiliárias (ambos com 0,3%), além da administração, saúde e educação públicas (1,9%).

Investimento e setor externo

O investimento caiu pela oitava vez consecutiva: 8,1% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o 2º trimestre do ano passado, o tombo foi de 11,9%, o maior desde o 1º trimestre de 1996.

A taxa de investimento ficou em 17,8% do PIB, quase dois pontos percentuais abaixo do mesmo período do ano anterior (19,5%). A taxa de poupança foi de 14,4%, contra 16% no mesmo período em 2014.

No setor externo, as exportações subiram 3,4% e as importações caíram 8,8% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, os números são mais acentuados: alta de 7,5% nas exportações e queda de 11,7% nas importações, influência da desvalorização do real. 

Fonte:Exame

Dicas de Português para Concursos.

Ninguém está livre de cometer erros gramaticais, principalmente mesmo com a correção automática dos smartphones.

Mas você sabe quais são os erros de português mais graves e que, mesmo assim, muita gente comete?

O Viver de Blog tem como objetivo mostrar as melhores alternativas para que você conquiste sua liberdade profissional e independência financeira por meio do marketing digital.

Sendo assim, buscamos munir você com as ferramentas mais apropriadas para alcançar o sucesso que tanto almeja. Uma delas é, sem dúvida, a escrita.

No artigo Como Escrever Um Artigo Perfeito, percebemos que a parte sobre ortografia chamou muita atenção das pessoas. Não era para menos, afinal, estava escrito propositalmente errado: Hortografia, assim como outras palavras.

Isso era para mostrar como um erro de português pode desconectar seu leitor do texto e arruinar sua autoridade diante dele.

Sim, um simples erro de português (às vezes nem tão simples assim) pode comprometer seriamente a competência que você deseja transmitir, abalando a confiança com seu público.

Pensando nisso, elaboramos um super infográfico com os 80 erros gramaticais mais comuns e como você pode evitá-los com simples, mas poderosíssimas dicas e explicações.

Nele, entre muitas outras coisas, você finalmente vai aprender:




Como e quando usar os quatro porques da Língua Portuguesa (por que, porque, porquê, por quê);
Os vícios de linguagem que estamos tão acostumados a falar e ouvir que muitas vezes nem percebemos que estão errados. (exemplo: repetir de novo, multidão de pessoas);
A diferença entre mau e mal, onde e aonde, há e a e tantas outras palavras parecidas do português.
Ficou curioso? Então veja o infográfico logo abaixo.
Clique aqui ou na imagem abaixo para baixar uma versão em alta qualidade desse infográfico:


Infográfico Erros Gramaticais


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Você gostou desse Infográfico sobre erros gramaticais?
Esse infográfico foi sem dúvida o maior e mais trabalhoso do Viver de Blog, mas certamente é o mais útil também, já que escrever bem é imprescindível para ser levado a sério, especialmente nos negócios, seja marketing digital ou qualquer outro.

Espero que você tenha gostado das informações dele. Sabemos que a linguagem do dia a dia nos garante muito mais liberdade para falar sem tanta formalidade.

E, tirando erros mais graves, o mais importante é ser compreendido por quem nos lê e escuta. Ou seja, ser formal demais também pode ser um erro.

Sendo assim, procure conhecer bem seu público-alvo para escolher a linguagem mais apropriada.

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